A Autora

Tâmara Abdulhamid é, basicamente, palestina, engenheira e escritora. 


Ama a Palestina desde que nasceu, casou sua alma com Saint-Exupéry aos cinco anos, tem um caso sério com a Arte, fez Mestrado no ITA e não consegue deixar de ser filosófica, mesmo quando fala de assuntos técnicos. Ama dar risada, é feminina e odeia frescura. É perdida de amor pela vida e um pouco distraída. 

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26 thoughts on “A Autora

  1. Estou verdadeiramente orgulhosa por ter de alguma maneira contribuido para esse explendor que se denomina MISS DEMOISELLE .

  2. Nossa, me sinto um astronauta que retorna para casa 20 anos depois de estar fora do planeta… Como evoluiu seu blog, você e suas palavras… Estou verdadeiramente tímido porém orgulhoso e mais apaixonado por cada pedacinho de você! Parabéns.

  3. Você tem uma vida tão rica. Tão repleta de significados. Observo acima muito bom gosto, também. Penso que deves ter MUITO a dizer.

    E é o que me faz questionar o porquê de silêncios tão grandes como este último. Cansou das letras?

  4. Andrew, quando se abre o pote e se depara com feijão, chama-se decepção…o sal no lugar do doce, a antítese da cura da ansiedade, aquilo que não se procura, mas que o impede de achar também…

    Abraços

  5. Vou explicar de modo extremamente simplório.

    Sabe quando você abre o congelador, vê um pote de sorvete, abre e encontra feijão? Então, basicamente é isso rs

    Acho que fui acusado de incrédulo injustamente. Estou mais para pessoa de pensamento tacanho rs

  6. Tá, acuse-me de preconceituoso, machista ou sejá lá o que for, mas eu não imaginava que “EngenhariaMecânicaAeronáutica” fizesse parte dessa seção.

  7. Ela talvez seja o rosto que não consigo esquecer
    Um rastro de prazer ou de arrependimento
    Talvez seja meu tesouro ou o preço que
    Eu tenho de pagar
    Ela
    Talvez seja a música que o verão canta
    O arrepio que o outono traz
    Talvez seja cem coisas diferentes
    No decorrer de um dia
    Ela
    Talvez seja a bela ou a fera
    A fome ou o banquete
    Talvez transforme cada dia em um paraíso ou em um inferno
    Ela talvez seja o espelho de meus sonhos
    O sorriso refletido em um rio
    Ela talvez não seja o que parece
    Dentro de sua concha
    Ela
    Que sempre parece tão feliz na multidão
    Cujos olhos podem ser tão discretos e orgulhosos
    Ninguém pode vê-los quando choram
    Ela talvez seja o amor que não pode ter esperança de durar
    Talvez venha a mim das sombras do passado
    Das quais me lembrarei até o dia em que eu morrer

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